Kamila, Thamirys, Tiago e Eu, estamos realizando um trabalho de Estética da Comunicação. O intuito é construir um produto midiático. Escolhemos um site com tirinhas de humor (que logo estarei dizponibilizando aqui, pois ainda está em cosntrução).
Então, ficamos de fazer cada um duas tirinhas para compor o site. E minhas duas tirinhas vão aí (Clique na tirinha para ampliar):
Peitinho.
Estética
Porque tudo o que te denuncia, te entrega, sempre deicha uma marca bem mais evidente do que algo que não te trará nenhum prejuízo? Seja ele moral ou físico.
Parece uma resposta simples. Na verdade, não sei nem se o é. Ha! Mas tentarei explanar algo.
As coisas que te ferram (sendo mais direto e bruto) sempre vão deichar algo em você, alguma marca evidente, que vai te lascar! Por exemplo: quando você toma suco de uva, fica bafo? Quando você toma vinho, que tem alcool, fica bafo? Aí, véio! Tá lascado! Chupão no pescoço deicha 'mó' marca. Aí já viu né?
Então, essas coisas que sempre irão te ferrar, deicham marcas, justamente pra te ferrar! É a continuação da lei de 'Sorte e azar', caro amigo!
E ela estava impecável...
Sob mansas dermes brancas
Capa escura, tanto quanto a lua
Marcava pontos, se perdia em contos
Andava devagar, só para provocar
Duvidava, insultava, perdoava... amava...
E ele nos queria juntos... mas não firmou
E pela primeira vez eu queria tê-lo seguido
Eu queria tê-lo ouvido, eu seria feliz...
Pombas e Urubus
Certa vez, sem ter muito o que fazer, conversando com alguns amigos, algum deles bradou: "porquê as pombas cagam direto no povo e os urubus não?". Tal questão foi levantada como se fosse uma máxima filosófica. Então começamos a discutir sobre o assunto. O centro de tudo passou a ser o motivo pelo qual os urubus não cometem tal ato em público.
Primeiro, falamos de como as pombas cagam nas cabeças das pessoas. Animais tão pequenos e que nos causam tanta raiva às vezes. Haha! Segundo os irmãos Piólogo, do site Mundo Canibal "a pomba é um rato que avua". Com tal base científica, chegamos à conclusão que ratos também fazem o mesmo, só que pelo chão.
Voltando aos urubus, concluímos que os mesmos não defecam em público, pelo simples fato de se alimetarem também de seus dejetos. Ou seja: urubus comem carniça, cagam e comem a própria merda...
A falta
Hoje, comecei a trabalhar de casa (chamam de 'home office' lá na empresa). Na sexta-feira, foi avisado à toda a equipe que Julianne Leão (colega de trabalho e amiga) e Eu trabalharíamos de casa. Eu disse: pessoal, sei que sentirão minha falta... Uma parte riu, outra me abraçou.
Bem, mas, a teoria de hoje é: as pessoas te matam, mas quando te matam e não podem mais te matar denovo, percebem que não deveriam ter te matado, pois sentem sua falta. Haha! Isso mesmo! Por mais chato que alguém seja, sempre faz a diferença pra alguém, alguém sempre sentirá falta de você, das suas idiotices, etc.. Digo isso, por que Mario (colega de trabalho e amigo) falou que estava um silêncio na empresa hoje e que eu fazia falta! Na maioria das vezes, me chamavam de imbecil e me mandavam calar a boca. Wanessa (colega de trabalho e amiga) disse que se sentia solitária por lá. Pois Julianne e Eu, que somos amigos de Wanessa, não estamos mais lá perto dela.
Sendo assim, você que é chato, babaca, panaca, odiado, na verdade é amado pela maioria das pessoas que te mandam calar...
A 'Escala Richard'.
Isso é piada interna. Nem vai prestar muito. Mas, quem trabalha comigo sabe quem é o Richard... Acho que não vou falar aqui...
Mas, o Richard é um 'kara que curte karas' que é serviços gerais lá do trampo. Pronto, falei.
Já deu pra sacar do que se trata a 'Escala Richard'? Como a Escala Richter, que mede a intensidade dos terremotos, a 'Escala Richard' mede a intensidade da...?
Qual seu grau na 'Escala Richard'?
Deus existe!
A maior prova disso é que Megadeth existe!
Calma, vou explicar tudo.
Porque Megadeth é uma das provas que Deus existe? É o seguinte: Dave Mustaine fundou o Megadeth após ser expulso do Metallica. Motivo? Era alcoolatra, drogado, faltava os ensaios... e por aí vai. Após ser expulso, prometeu fundar uma banda que seria melhor que o Metallica. E (No meu ponto de vista, o cara cumpriu sua promessa! E muito bem! Mas isso é uma outra história) fundou. Deus fez com que Mustaine saísse do Metallica, pra fudnar o Megadeth (a maior banda do universo) para que pudéssemos conhecer essa banda suprema. Salve Megadeth entre os terráqueos! Hoje em dia, Dave Mustaine é cristão. =O Deus existe! Fez Mustaine fundar o Megadeth e ainda converteu-o depois...
Sorte e Azar
São coisas bastante peculiares para mim. Veja bem, para que você tenha sorte, às vezes é necessário que alguém tenha azar. Discorda? Vamos a um exemplo empírico: Uma pessoa acha R$100,00 na rua, sorte! Para isso, alguém teve que perdê-los, azar! (Pois é, catarse... ¬¬)
Então, levando isso em consideração, sorte e azar andam juntos e são uma porcaria de um ciclo vicioso que nunca acabará. Mas o azar ainda vem antes da sorte! Por isso, ocorre com mais frequência. Sendo o primogênito, o mais velho, quer mandar na sorte, safado... Observe que você deve ter muito mais azar do que sorte. Em 19 anos de minha vida, achei 5 reais, ao todo, em partes. Em 19 anos da minha vida, perdi R$100,00 de uma vez só. E minha amiga? Kamylla Lima, em toda a vida deve ter perdido em média R$ 123445666,00 e nunca achou um cruzado furado e deve dever o triplo disso pra bancos, cartões de crédito, agiotas... Percebe? Azar veio antes, ruleia geral, tira onda da sua cara e a sorte só vem quando o azar deicha ou tira um cochilo...
Mulheres de biquine. Pizza.
Estávamos meu amigo Thiago e eu, conversando sobre o trabalho de Marketing. Acertando os últimos detalhes, o que iríamos fazer... Então, após eu explicar mais ou menos para ele como seria, ele falou a seguinte frase: "Era massa também levar umas mulheres de biquine. E pizza."
Mas, por qual motivo Thiago diria isso perante uma conversa sobre a apresentação de um trabalho de Marketing?
Pelo seguinte motivo: O trabalho consistia em criarmos uma empresa e apresentá-la de acordo com as instruções passadas por nossa professora em sala de aula. Nossa empresa foi uma assessoria de comunicação, principalmente para políticos. Então, à lá Berlusconi, políticos dando festinhas com mulheres de biquines. E como toda corrupção na política não dá em nada, acaba em pizza...
Bem, dando continuidade à série 'Teorias Arruaça', que iniciei ontem, continuarei falando um pouco sobre as últimas bolachas do pacote.
Continue NÃO comendo as últimas bolachas do pacote. Guarde-as. Se você juntar todas as últimas bolachas do pacote, um dia você terá um pacote inteiro para deixar uma última bolacha e iniciar um novo ciclo de formação de novos pacotes de bolacha. Assim, você sempre poderá formar um novo pacote de bolacha. Ou não. Elas irão estragar. Mas, de qualquer forma você terá um pacote de bolachas só de últimas bolachas... estragado, mas um pacote de bolachas.
Lançarei a partir de hoje aqui no blog, simultaneamente com meu Twitter, a série de 'Teorias Arruaça'. São teorias absurdas e/ou imbecis. Embasadas apenas no empirismo de quem as organiza ou na imaginação fértil de tais pessoas ou simplesmente em nada.
A primeira 'Teoria Arruaça' é:
Porque a última bolacha do pacote sempre sobra?
Tendo observado que a última bolacha do pacote sempre sobra, em conjunto com meu amigo Mario (não é o de trás do armário), pensamos numa explicação para tal fato. Ao observar que quando uma bolacha sobra, ninguém mais quer pegá-la, pensamos na ideia de que as empresas de bolachas colocam alguma substância que nos impedem de pegar a última bolacha do pacote... Que susbtância seria essa? Algo mortal como Kriptonita? Ou apenas uma fórmula de sabão? Não se sabe... Pensamos que há algo alí. Última bolacha amaldiçoada, fadada a nunca ser comida.
Estudando costumes
Posted: sábado, 22 de agosto de 2009 by - in"O Impacto causado pela digitalização dos bens de consumo na cultura musical de Maceió". Esse será o tema de uma pesquisa que Tiago Nogueira e eu desenvolveremos esse semestre para a matéria de Teoria e Métodos de pesquisa. Em breve entraremos em campo e começaremos nossas pesquisas. Manterei sempre atualizações constantes aqui no blog, para informar como anda a pesquisa.
Esse link aí em baixo, é o podcast do meu amigo Tales
http://mistureba.podomatic.com/
Como o próprio nome diz, é uma verdadeira mistureba. Vai de Skindread a Luiz Gonzaga, passando por Pitty. o.O Vale a confirida.
E agora, apresento a vocês, minha mais nova música! =D Gravada de modo EXTREMAMENTE amador, mas, o que vale é a intenção. =) Irei tocá-la na 3ª Mostra de Artes de Comunicação, na nossa querida UFAL. Quer ouví-la? Clique aqui.
O que você faria se alguém te pedisse pra ser algo que você sempre quis ser mas nunca teve coragem? Qual das respostas você daria? Como você responderia? Agir, da maneira de fugir, de ter de ser covarde. Encarar da maneira que, o ponto de vista pelo qual, se veem as coisas vãs. Até foi, onde nunca imaginou, o que sempre ignorou, foi a sua maior força. Legião de pensamentos se confrontando com fatos que considerava-os insignificantes. Emblemáticas situações, exuberantes sensações, de tudo o que teria que ser, que viria a ser, mas que nunca seria.
De se fazer assim, do jeito que sempre se quis. De destruir tudo, da meneira que sempre desejou. Ah, espírito arredio, traiçoeiro, canalha. A mesma raiva que fere, cura. Até sangrar, cura até sangrar, sangra até sarar. Se talvez isso tudo fosse uma grande mentira, aonde estaria você agora? Qual o motivo que te move? O que leva a tua vida pra frente? E se isso tudo fosse uma grande mentira? A grande verdade é que a verdade absoluta simplesmente é pura mentira. Não há como saber se estou certo ou errado ao dizer essas palavras. Ou você, que me nega, renega, esculacha, ser esdrúxulo, inapto, que ao invés de se preocupar em como deveria estar, oculpa seu inútil tempo com as coisas vãs que me dizem respeito cuidar. Ou seria, toda essa bagunça uma balela? Tudo isso um grande jogo? Ou as 100 mil maneiras de levar tudo daqui são apenas uma lenda? Já que nada disso mais importa, já que tudo no real é imaginário, já que as maneiras são armadilhas, já que a verdade é uma mentira. Eu sou sua verdade, eu sou sua vida. Eu sou sua casa, eu sou sua partida.
Ainda não sei o porque. Não entendo por que você foi tão cedo. Mas tenho que compreender. Não aceito, mas tenho que conviver. Achei que jamais conseguiria viver sem ter seu amor por perto, sem ter você. Mas consegui. Apesar de não querer isso jamais, de forma alguma, aprendi. Convivendo com todos os erros, sem ter você pra me ajudar, pra me corrigir. você foi embora, mas não porque quis. Me deixou sozinho, contra sua vontade. Mas você sempre me pediu força e coragem, me ensinou tudo isso. Me mostrou caminhos a seguir. Me disse o que e como era pra ser feito. Me mostrou metade do que sei. Me fez ser tudo o que sou. Sempre sabendo que de ti teria mais. Sempre sabendo que de mim, teria menos. Mesmo você não estando aqui, mesmo tendo deixado este lugar osbcuro. Mas eu fiquei. Hoje estou aqui, firme e forte, como você sempre quis.
Ontem, 13/07, comemorou-se o dia mundial do rock. Como não tive tempo de disponibilizar algum material, estou eu aqui fazendo esta postagem, para homenagear o dia de ontem, de meu querido, amado e sempre companheiro, estilo musical predileto! Espero que gostem do texto.
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Pra você que não sabe (desinformado!) hoje, 13 de Julho, é dia mundial do rock! Isso mesmo! Desde 13 de Julho de 1985, quando aconteceu o primeiro 'Live Aid', que foi realizado simultâneamente na Inglaterra e nos Estados Unidos contra a fome na Etiópia, comemora-se o dia mundial do rock. O rock and roll, é um gênero musical que nasceu da junção de outros estilos musicais, tais como o blues e o jazz. O rock, na verdade, foi originado em meados da década de 50, com a junção desses estilos, por afro-americanos. O estilo musical começou com os negros. Era muito discriminado por isso. Com cantores brancos como Elvis Presley, e Roy Orbisson (o compositor da famosa música "Pretty Woman", que foi tema do filme "Uma linda mulher") o chamado rock and roll, ritmo dançante que agitava a platéia e ajudava a "balançar o esqueleto" foi mais difundido e finalmente alcançou sua devida fama. Durante todas essas décadas, o rock and roll sofreu algumas alterações. Foi mesclado com mais alguns estilos musicais, gerando assim, várias vertentes do rock. Vertentes como o 'New Metal' e o 'Emocore' não agradam muito a uma grande parte dos fãs do bom e velho rock and roll. Mas há frutos fantásticos dessas evoluções. Como o Classic rock, o Heavy Metal e o Hard Rock. São vertentes que costumam ser muito produtivas em suas composições e fazem muito sucesso, são idolatradas pelos fãs. Mas também há muitas outras que são muito boas. Aí vai também muito de acordo com o gosto de cada pessoa. Bom, o importante é que seja rock and rol! Viva o Rock!
Foto: Zakk Wyld
Então, o homem seria, em beleza, inferior à mulher. Sendo o homem inferior à mulher, o que, de fato, faria a mulher ser atraída pelo homem? Sim, claro, a libido, a natureza sexual humana, de fato, mas, o que faz com que a mulher ache um homem bonito? Para qualquer ser é fácil admirar e admitir que uma mulher é bela mas, e o homem? Sendo inferior na característica da beleza, a mulher poderia humilhá-lo e colocá-lo por baixo. Só pela característica de beleza que lhe é superior mas, o que faz com que a mulher seja tão gentil, sensata e humilde a ponto de enxergar alguma mínima beleza no homem? Que é um ser tão inferior dessa característica. A única explicação seria a divindade da beleza feminia. Ela é a perfeição da beleza mortal, tudo o que é perfeito, é divino. Logo, essa capacidade feminina de enxergar beleza no âmbito masculino, seria uma capacidade divina. Mesmo existindo homens muito bonitos, o homem mais bonito não é tão bonito quanto a mulher mais bonita. A beleza do homem mais bonito, não se equipara à beleza da mulher mais bonita. A questão é a superioridade da beleza feminina.
Mente vazia é oficina do diabo! — Vai arrumar uma namorada, menino! Meio que 'monocromaticamente' continuava deslumbrando-se ao desenrolar daquela situação... Deslumbrado, fixado, viciado. Indubitável sua face estarrecida perante os fatos inacreditáveis. Mas não lhe deram motivos, lhe cortaram as asas. Sacanagem. Apenas o perfume e a lembrança. No ar. Precisava fazer assim... Sofrer um pouco, pra não sofrer muito depois. Amargurando, não tão amargo e amargurado. Até que feliz, desvencilhado desta trama ritual, deleitando-se com suas músicas prediletas. Amor, amor. Desprezo, solidão. Feliz, momento infeliz. Eufórico retirou-se. Só restou-lhe mesmo a euforia...
Soas prosa, ouves versos
Houve novas e velhas, auroras e tempos
Não houve caso ou fato
O tato e o cheiro
Doce do beijo
O amargo da dor
O doce rancor
Controverso, indolor
Mais claro que lama
Mais puro que a chama
Mais denso que a fumaça
Enconbrindo as verdades
Despertando as maldades
valor de troca, a ostentação, o dito status é o que realmente vale. A mais-valia "finalmente" superou o valor de uso suprapondo-o ao valor de troca. Observo que nossa sociedade, desconsidera o valor de uso da mercadoria, desconsidera o fato de a mais-valia destruir a sociedade. Além de tudo, fazemos pouco caso também do valor de troca só para assinalarmos algum poder financeiro que, na maioria das vezes, nem mesmo o temos.Jonas Sutareli

Eu não sei o que as atitudes querem falar, nem o que as palavras querem mostrar
Não sei o que isso quer dizer, ou o que você quer me fazer
Seria possível terminar algo que nunca comecei
Queria só imaginar, algo que sempre sonhei
Poderia muito ter, tenho, mas não sei
Se não cuidar, pode fugir, correr, sumir, esquecer
Se não esquecer vai ferir. Ferir, doer...
Bastante tempo pra pensar, muito mais ainda pra se arrepender
Muito tempo pra chorar... mais ainda pra sofrer
Eu quero ir dormir, mas sou escravo da música
Ela não me deixa sair, ela é quem me faz sentir
Eu quero correr, mas sou escravo da música
É ela quem me faz viver, quem me faz sorrir
Eu quero chorar, mas sou escravo da música
É ela quem me faz saber, quem me fez colher
Eu ainda estou vivo, mas sou escravo da música
É ela quem me faz voar, viajar, flutuar...
Eu ainda me sinto e sou escravo da música
Mas quem disse que eu não anceio isto? quem disse que me causa repulsa?
Sou escravo da música por livre e espontânea vontade...
Tudo o que eu sinto é falta de sentir.
A dor, o amor, o ardor.
O verso sem cor, sem esplendor.
A falta, a pauta, a flauta, o poeta e seu amor.
A mentira, a verdade, o sentimento, a razão, o perdão.
Tendo tudo sem nada ter, esperando sem saber o que ter.
Fazendo gestos pelo ar, gestos plenos, só pra constar.
São meras ilusões, parece que só há espinhos e borrões
Tudo está no ar... só você não vê, não quer pegar, ter, experimentar.
Cegueira é o ato de poder ver e não querer enxergar...
Não importa o que eu diga, o que eu fale, o que eu faça, não a importa a minha opinião, o que está em questão ou à parte. Não importa como eu aja, não importa o que eu faça, eu nunca estou certo. Não importa a ocasião, o momento ou estação, eu nunca tenho razão. Eu nunca tenho voz, sempre sou "o feroz", hostil, insensato, banal. censurado, opiniões, executando divergências, ocultando averções. Democracia é pra unir, unir em favor de opinião, falsa democracia desune, centraliza o poder na mão de quem gera a opinião, causa opressão. Falsa democracia, executa a liberdade, livres só no nome e na fé. Liberdade de escolha mesmo, só pra saber se vou querer tomar leite ou café.
Ela morreu, se foi, sem deixar explicações. Sem responder aos porquês, sem instaurar o seu ser. Ao menos deveria ter dito que partiria. Ou não. Bem, pode ser que ela não sabia que iria sair, deixar, fruir... Só o vento e a incerteza é o que ficaram. Talvez algo mais tenha ficado, por insistência, não deixou ir, não foi, não quis. São muitos "talvez", "porquês", nada responde a nada, sempre fica um restinho de dúvida no ar. Sempre algo que nunca deixará nada fechar...
Ninguém nasceu pra ser o escravo
Mas não há quem possa negar
Alguma hora, nos tornamos escravos do amor
Escravos da dependência, da dor
De sentir o que não se quer
De saber que faz mal e mesmo assim querer
De querer não sentir sentindo o que não se quer provar mas se quer ter
E nunca, nunca ninguém conseguirá responder a isso, a nada disso...
Quem pode me dizer qual é a cor da chuva?
Ninguém nasceu pra ser o mestre...
Eu cansei. Cansei das pessoas me dizendo o que fazer e o que não fazer. Cansei das pessoas dizendo que isso é idiotice e aquilo é inteligente. Cansei de tudo isso que é moral e imoral. Cansei do que me faz sentir raiva, dor, ódio. Cansei de tudo o que sei que me trará algo de desagrado. Mesmo que não faça diferença, que não importe. Cansei disso tudo. Cansei da hipocrisia. Minha e alheia. Cansei. Cansei e cansei. E estou cansado de ouvir você dizer que eu sou e que eu não sou e que blá blá blá. Cansei dessa ladainha de todo o mundo. Cansei do ser humano, desisto dele. Cansei. Mudei, parei.
Como se fosse um índice libertário. Como se fosse uma fulga da realidade. É como estar desligado e ligado ao mesmo tempo. Sabe quando você some mas está lá? É assim... É estar no meio de tudo e desligar-se como um botão de "stand by". Assim é o som... Assim são os sons. Sons que elevam, que energizam... E que rompem barreiras. Até os mais espessos vidros do escondido preconceito. O soar de ondas sonoras une, floresce a força sobrehumana de lutar pelo que se quer... Ou apenas lutar para ter a liberdade de sentir tudo denovo. De sentir que está e não está. De sentir flutuar, energizar e até chapar. ficar meio que em "stand by" mesmo. ligado em tudo o que te faz pensar, viajar, idealizar, ser, estar. Em tudo o que você faria para ficar longe, sair, longe daqui, sem sair do lugar. Ouvir o som pra se guiar. Curtir a música só pra relaxar. São tantas as definições, tantos os estilos, os gostos os padrões. Mas, no fim, a sensação é quase sempre a mesma. Diversificada, singular e plural ao mesmo tempo. O soar musical é apenas uma bomba. Que explode na mente e se espalha por todo seu corpo. Uma bomba na mão, e uma idéia na cabeça. Muitas idéias na cabeça. Te traz pro mundo real. Em "stand by" a força do teu corpo se potencializa, com as idéias na cebeça, teu peito se abre, teu coração flutua... É a expressão pura, é a ausência de si... É universalidade. Não permite barreiras, sua mente não tem... Barreiras. Energize-se. Multiplique-se. Ouça música diariamente.
Créditos: Heloísa Sapucaia. (Ela escreveu metade disso tudo)
Me diz que o carro não está na garagem
Me diz que não tem ninguém em casa
Me diz que todo mundo saiu
Que ninguém ainda chegou
Me diz que todo o mundo sumiu
Me diz que só ficamos eu e você
Me diz agora que você me quer
Me diz agora que você não me quer
Me faço todas essas perguntas
Me digo tudo, se não quiser
Me digo nada, se não houver
Mesmo estando livre
Quero me prender a você
Mesmo estando livre
Quero viver livre com você
Mesmo estando sem você
Mesmo não querendo você
Impossível não querer
Mesmo sendo sensato, real, racional
Mesmo sendo puro, insano, leal
Serei impuro, virtual, emocional
Sóbrio, mal
Pois é assim que deve ser
Me devotei a você
Mas de voto não posso ter
Ter o que nunca terei.
Do Punk ao Pop : O caminho alternativo de uma banda Alagoana.
Posted: sexta-feira, 3 de abril de 2009 by - in Marcadores: músicaQuero começar com uma pequena matéria que Neto Maia e Eu escrevesmos sobre a banda dele, Dona Encrenca. É uma banda que eu curto muito, gosto da variedade do som deles. Se quiserem curtir o som da Dona Encrenca, clique aqui.
Do Punk ao Pop : O caminho alternativo de uma banda Alagoana.
“Silencio, palavrão ou poesia? Não se pinta o mesmo quadro duas vezes. Tocamos Rock, pensando em Reggae pra compor um Samba.”. É como Neto Maia, vocalista da banda Dona Encrenca, a define.
Em meados de 2005, uns meninos se juntam pra tocar punk.
Michael (Baixo), Tico (Guitarra), Tam (Bateria e Voz) e por último Neto (Guitarra Base). Os meninos eram politizados, de esquerda, ensaiavam até um socialismo fajuto (Eles nem sabiam o que era aquilo). O tempo passou e o menino que tocava guitarra base se sentia um estranho no ninho, queria falar de coisas mais divertidas, como pessoas (dele mesmo).
Ele saiu e levou o Michael consigo. Formaram uma banda chamada Éramos 3. Seria o início da “Dona Encrenca”. Depois de varias formações e nomes diferentes, chegam ao que ela é hoje. Uma banda sem estilo definido, uma banda que faz música diferente. Já não falam de política, os assuntos mudaram. Os meninos cresceram, incorporaram várias influencias, e misturam coisas como o samba, pop, bossa, rock, blues. É comum alguém assistir a um ensaio e perguntar: “O que vocês tocam mesmo?” Ninguém é muito virtuoso na banda, mas todos dançam na mesma freqüência. Neto Maia e André Rodrigues escrevem as letras. Neto Produz as músicas em seu computador e joga na internet. A atual formação da banda conta com Neto Maia, Danny Rocha, André Rodrigues, Amanda Pimentel e Tam Oliveira. No palco, eles brincam com os instrumentos, Todos tocam tudo.
Nesse cenário quase inexistente, eles tentam abrir caminho principalmente pela internet. A banda não tem uma regularidade nas apresentações. O cenário independente é bastante complicado. Mas, neste mês, vão participar do Festival de Música Independente (FMI) em Palmeira Dos Índios.
Por: Neto Maia e Jonas Sutareli.
Blogando e Explicando
Posted: by - inNesta primeira postagem, explicarei o motivo do nome.
Ao criar este blog, pensei nesse nome, pelo seguinto motivo: Ostracismo = esquecimento, exclusão, isolamento. Este blog estará fora do círculo midiático, é um blog que não se envolverá num círculo midiático. Então, estará no ostracismo.
Se alguém discordar, por favor, opine. Críticas são sempre bem vindas.
Um abraço, Jonas Sutareli.

